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Us bagui 100 Futuro
 


Momento Arquivo Confidencial

Amados leitores, senhoras de família e senhoritas que vendem seu corpo para se sustentarem, cá estou de volta, mochileiro, andarilho urbano, filósofo de fundão e desempregado das ruas escuras da Ceilândia e a cada dia descobrindo que não presto, nesses roles mundo a fora vejo umas coisas que (puta que me pariu, pois a que pariu aquele povo merece morrer) nossa, se meu olho filmasse essas coisas estariam no youtube. Pois bem, não sou um Forrest Gump, mas tenho umas histórias aqui que “é uma puta falta de sacanagem” e que merecem ser relatadas e decidi contar essas coisas depois de um ocorrido nessa sexta feira que foi a gota d’agua. Chega de ficar fazendo introdução, odeio isso, e favor aos finalmentes e isso tudo que vou falar é verídico e não estou inventando pra ser sensacionalista.


Convulsão no ônibus – Essa era quando eu era muleque, lá estava eu no ônibus lotado, aquilo tava tão lotado que se alguém ficasse de pau duro, poderia molestar o cara da frente e ser acusado de estupro, mas esse não é o caso. Teve uma mulher que passou mal no ônibus e ela estava de pé, ele teve uma convulsão e tal, o ônibus estava tão lotado que a mulher não teve espaço para cair, se debater e babar na sua convulsão só virou o zoinho e ficou tremendo de pé. Então deram um grito de desespero: -Motorista tem uma mulher passando mal aqui, toca pro hospital, então gritaram: -Porra nenhuma motorista, tenho horário pra chegar no trabalho. Legal né, a mulher pode morrer, mas você não pode chegar atrasado no trabalho.


Marmitex – Outra história de ônibus e entra um trabalhador humilde com sua quentinha dentro do ônibus, o cara chega e senta naquele ultimo lugar no fundão do ônibus no corredor, ou seja, aquele que não tem nenhum apoio pra se segurar. Lá está ele com sua marmita na mão e o motorista roda presa dá uma freiada brusca. Eu particularmente fiquei com pena, a marmita do cara voou pra frente e caiu no chão, lá aberta, aquilo foi de dar dó mesmo. Mas cai na risada quando ele foi recolher sua quentinha, quando levantou a panela estava lá: Arroz, Feijão e Dois bife do zóião de codinome ovo frito, não sei porque motivo retardado da minha mente. Ri dos ovos fritos.


Traveco escroto - Esse aqui foi escabroso. Cara não sou homofóbico, não tenho preconceito com viado, cada um tem o seu rabo e decide se quer dá ou não, só quero que não chegue perto de mim e afins. Pois bem, lá estou eu, numa sexta feira, fazendo caminhada com a Débora e ela olha pro lado e fala: Não olha... Eu retruquei: Não olhar o que? Nesse momento eu vi aquela visão do inferno. Um traveco só de calcinha e jaqueta na rua. Sim só de calcinha e jaqueta e o pior de tudo, mostrando os peitos. Cara, não tenho nada contra quem faz ponto e afins, mas aquela visão me embrulhou o estômago e eu juro por tudo que é mais sagrado, se eu tivesse com uma arma na hora eu teria sapecado bala naquele viado escroto e semi nu. Detalhe, isso foi perto da casa da Sandra (uma das leitoras dessa merda) mãe de duas crianças pequenas. Será que os pupilos dessa singela senhorita já viram esses profissionais do sexo que prendem o bilau na bunda com esparadrapo fazendo ponto?


Enfim... Cada um tem as suas historinhas tristes e seus momentos de grito de desespero, eu tenho outras tantas, mas essas 3 eu resolvi compartilhar com os senhores e senhoras que acompanham essa merda... Caso você queira contar uma sua nos comentários, fiquem a vontade, pois está aberto o momento “Fala que eu te Estupro” do Us Bagui 100 Futuro S/A. E Beijos pra quem acompanha.

 



Escrito por I.C às 21h23
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